segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Saudades meninas....

Meninas queridas do meu coração, como vocês sabem resolvi o problema do meu pc mas infelizmente fiquei sem internet e estou tentando resolver isso rápido mas está me dando muita dor de cabeça... Mas eu vou voltar! Peço que tenham um pouco de paciência comigo e meus problemas... Vocês estão fazendo um ótimo trabalho sem mim! Saudades! Beijão! Descobri que posso postar pelo celular... Kkkkkk ainda não descobri como postar foto por aqui mas estou aprendendo...

Buenos días


¡Hola! Semana nueva y acabando Septiembre, una mañana más os deseamos un muy feliz día y esperamos que hoy Lunes os despertéis con muchas energías después de un gran fin de semana. ¡Besos!


domingo, 29 de setembro de 2013

Nueva foto de Taylor




Thank you Jess

Fanfic - Sexe dans l'ascenseur

Oi meninas, tudo bem com vocês? Espero que sim!
Bem eu não me apresentei e cheguei postando fanfic né? Vou me apresentar rapidinho e qualquer pergunta/duvida sobre mim, só perguntar nos comentários ou em minhas redes sociais.
Meu nome é Jessica, mas podem me chamar de Jeh ou Jessy, como algumas chamaram aqui, dificilmente alguém me chama pelo nome. Haha Eu escrevo a algum tempo e amei o convite pra postar aqui no blog, vou tentar enviar alguns fics e uma minha em andamento, tenho mais de 20 fanfics escritas, mas nem todas publicadas.
Se vocês quiserem saber mais sobre minhas fics, basta adicionar o grupo no facebook.

Agora vamos ao que interessa: Sexe Dans l’ascenseur (Sexo no Elevador)
Essa é uma shortfic +18 (Meninas menores de idade, por sua conta em risco, eu avisei que ela e +18 ok?)
Espero que vocês gostem, comentem o que acharam, ok?
Obrigado desde já, beijinhos!
Jeh

Sexe dans l'ascenseur


Sabe aquele colega de empresa que você não suporta? Então...
Como pode um cara ser tão insuportável assim? E, o pior, me ridicularizar na frente do nosso chefe, como se eu fosse UM NADA?!
Ele não perde por esperar, eu vou matá-lo, MATAR!
Taylor - Ela entra no elevador, irritada com a situação que acabou de acontecer, ele já estava lá dentro. Quando a vê não, perde a oportunidade.
Taylor - Gostou da reunião hoje? – falou, provocando.
Saby - Adorei, principalmente quando você ridicularizou minhas ideias. - disse, irritada.
Taylor - Não posso fazer nada se você não soube ser criativa o bastante.
Saby - Mas eu, com certeza, não preciso criticar ninguém pra ressaltar minhas ideias. – Disse, encarando a porta do elevador, impaciente.

O Elevador de repente para entre um andar e outro.

Saby - Ah, não. - Ela empurrando a porta, irritada
Taylor - Que porra é essa? Eu não acredito que essa porra trancou, justo agora. – Falou bravo enquanto ela, impacientemente, batia na porta.
Ele ligou pra um amigo: "Cara, vai levar de 3 a 4 horas pra eles liberarem o elevador".
Taylor- EU NÃO ACREDITO, 3 HORAS? – falou irritado ao celular e logo depois desligou o aparelho. - De três a quatro horas terei que sentir teu perfume horrível.
Ela se sentou no chão, quieta, ele então se sentou ao lado dela e espirrou provocando - Que cheiro horrível.
- Não gostou, para de respirar. - Ela tirou o casaco, deixando transparecer uma blusa decotada, mostrando suas curvas, que ficava escondido embaixo do uniforme. Ela levantou pra empurrar a porta.
Ele, sentado, rindo dela, tirou a camiseta, pois estava calor, deixando transparecer as tatuagens e o corpo.
- Eu vou desmaiar - ela se escorou na parede do elevador de olhos fechados, passando mal.
- Calma - ele disse, nervoso, enquanto abanava a.
Saby - Eu tenho claustrofobia, como é que eu vou ficar calma. - Ela voltou a bater na porta.
Ele a segurou, sentindo seu corpo quente. – Calma, respira, fecha os olhos e respira. – Falava calmo enquanto sentava com ela no chão, apoiando o corpo dela no dele, e pedindo pra ela ter calma. Ela, então, fechou os olhos, escutando o que ele dizia e foi se acalmando aos poucos. Ele a olhava e não entendi o porquê, mas seu corpo parecia pedir pra ficar perto do dela.
“Preciso resistir a isso, preciso, preciso provocá-la” – Pensou ele.
Taylor - Pior que eu não almocei hoje, que droga
Saby - O que tem a ver?
Taylor -To com fome, preciso comer... – falou, tarando o corpo dela.
Saby - Me dá teu casaco?
Taylor - Você ta com frio? – estranhou.
Saby - Vou dormir pra não ter que te aturar. – Faloum esticando o casaco no chão e deitou em cima.
Sem que ela percebesse, ele prestou atenção nela. E, pra não perder a chance de provocar, irritar, começou a cantar uma música que ela odeia, cada vez mais alto, enquanto ela, irritada, tentava dormir. Resolveu então inventar algo...
“Era uma vez uma menina que sabia tudo... então ficou presa no elevador, com quem sabia mais que ela” – cantarolou, provocando.
Irritada, decidiu se levantar novamente e voltou a bater na porta.
Taylor – Você nunca vai conseguir abrir essa porta.
Saby - Por que você não facilita as coisas e cala a boca?
Taylor - Cala minha boca, então. – falou, tarando os seios da garota.
Ela botou o casaco na cabeça dele e voltou a bater na porta. Ele, rindo da situação, tirou o casaco e jogou em algum lugar, se levantou e a prensando contra a parede – Vai parar?
- Vou. - Ela disse encarando os olhos dele, enquanto ele saía de perto e tentava resistir a enorme vontade de beijá-la.
Taylor - Você sempre morou aqui? – disse tentando encontrar algum assunto.
Saby - Aqui aonde? - Ela abriu um pouco a blusa, deixando parte de seu sutiã à mostra.
Taylor Nessa cidade... – ele disse, tarando os seios dela. – Gostou de se insinuar pra mim?
Ela o olhou, brava, colocou a blusa e o casaco. Ele se aproximou dela e começou a roçar a barba em seu pescoço, ligeiramente excitado.
Taylor - Calor, né?
Saby - Sai.
Taylor - To preso. – Falou tocando levemente a barrida dela.
Saby - O que te deu, hein? - disse olhando a mão dele arrepiada.
Taylor - Desejo? – Falou levando a mão descaradamente até o seio dela.
Saby - Desejo? - olhou ele, assustada.
Ele apenas concordou com a cabeça, completamente entregue ao desejo que estava sentindo por ela naquele momento.
Ela olhando a excitação dele, enquanto o mesmo a colocava sentada em seu colo, fazendo com que as pernas dela envolvessem a cintura dele. Um misto de desejo já havia tomado conta dos dois, ele deu um beijo demorado nela, cheio de prazer e desejo enquanto tirava a roupa dela. Com as pernas envoltas da cintura dele, ela mordeu sua orelha enquanto se livrava das calças dele.
No mesmo momento, ele descia beijos pelo seu corpo, conhecendo e beijando cada espaço do corpo dela, e tarando muito seus seios. Ele pressionava nela sua excitação, enquanto que ela, ao sentir aquilo embaixo dela, mordia e beijava seu pescoço, não demorou muito pra ambos se livrarem de suas peças íntimas e conhecerem totalmente o corpo um do outro. Enquanto alisava as cochas da garota, ele penetrou fundo e com cuidado, deixando que ela comandasse cada vez mais rápido à medida que ele beijava seus seios e alisava seu corpo.
Tomados por um desejo incontrolável, não demorou pra ambos chegarem ao orgasmo, o que excitou mais ainda o casal.
Ele a deitou no chão do elevador, enquanto masturbava com a boca a garota, passando a língua em toda superfície da vagina e dando leves mordidinhas e chupões no clitóris. Ela, doido de prazer, quase arrancava o cabelo dele, ele então decidiu virar, fazendo com que, enquanto ele a masturbava, ela o masturbava, excitada pelo desejo que ele provocava nela.
Enquanto ela o masturbava, também com a boca, fazendo movimentos rápidos, ele fazia movimentos circulares no clitóris, até sentir sua boca umedecer com o líquido que vinha de dentro dela, e umedecer a boca dela com seu líquido. Os dois viraram, ele, então, a pegou no colo, prensando na parede e literalmente socando o membro dentro dela, fazendo movimentos fundos e rápidos, sentindo um prazer absoluto enquanto a ouvia gemer em seu ouvido, ambos tiveram outro orgasmo. Exaustos, sentaram no chão, abraçados, com os corpos colados e suados, ficaram quietos, sentindo apenas a respiração um do outro.

Minutos depois, começaram a ouvir barulhos no elevador, logo se levantaram e vestiram, esperando pelo resgate, os dois apenas se entreolharam quando a porta se abriu. E, sem falar nada, tinham a certeza que aquela relação de amor e, agora, prazer, logo se transformaria em amor.

Taylor & fan


Feliz Domingo


¡Buenos días Kitsch Fans! Hoy Domingo toca levantarse bien tarde, pasarse el día descansando y aprovechar cada momento de relax... Ojalá yo también pudiera disfrutar de ello pero me espera un día largo en el trabajo, así que como cada mañana llega el momento del deseo diario para cada uno de vosotros: desde el Blog esperamos que vuestro día sea muy tranquilo y que no tengáis nada que hacer. Happy Sunday. ¡Saludos!


sábado, 28 de setembro de 2013

Montajes





Saturday!


¡Buenos días! Por fin es Sábado, espero que hayáis recuperado la energía después de una buena noche y que disfrutéis de un gran día. Saludos!


Taylor, TIFF 2013, más fotos!!











Garota Do Ginásio

Garota Do Ginásio
Autora: Saby Gomes
#1
Taylor
Eu estava perdido. Eu fui um completo idiota. Há quatro noites, eu traí minha namorada, eu traí a menina que eu amo! E isso foi por um simples capricho de homem, ela era virgem e precisava de tempo. Mas eu não consegue esperar, e o que eu fiz? Fui pra uma festa e bebi até não ser responsável por mim mesmo, e depois procurei meu prazer na cama de uma loira fingida qualquer. Não passou disso... Não significou absolutamente nada. Mas não era isso que Penélope achava. E ela estava certa, eu fui um completo idiota, e acho que se não fosse a pressão da sua melhor amiga, Melanie, que viu tudo, eu não teria sido homem o suficiente pra contar à Pen. Eu me arrependo tanto, ela é a mulher da minha vida, ela é aquela ao qual eu quero viver até envelhecer, eu estraguei tudo. Eu contei à ela um dia depois do ocorrido, e agora o cheiro da sua pele grudado no meu travesseiro trazia a tona as melhores lembranças que então invadiram minha mente traiçoeira, me deixando inebriado e cheio de saudade. Com um grande peso na consciência me lembrei de seu rosto, e lentamente fechei os olhos logo deixando escapar um sorriso besta quando me lembrei das vezes que ela vinha aqui em casa e tentava  fazer um simples Espaguete, o que nos rendia grandes risadas, pois ela sempre deixava queimar e depois tínhamos que pedir comida, esse não era o forte da minha princesa. Ela não respondia as minhas mensagens, nem me atendia. Acho que eu deveria lhe dar um tempo. Devia... Porém não conseguia. Eu nunca conseguiria deixar minha garota, se eu tivesse outra chance, eu não a deixaria escapar. Me levantei da cama, e fui beber um copo de água, e a cada passo eu ficava mais agoniado, tudo naquela casa os objetos, os móveis, tudo me fazia lembrar a Pen, mas eu não podia dizer que iria esquece-la. Eu precisava lembrar dela a cada minuto, senão segundos. Eu precisava sentir em triplo o que ela sentiu, porque a imagem dos olhos tristes e marejados dela quando contei da minha infidelidade passavam como se estivessem em replay automático, pelos meus olhos. Eu deveria sentir nojo de mim. Penélope sempre foi muito pra mim. Eu devia ter ido atrás dela aquele dia, quando ela saio aos prantos... Uma angústia se formou em meu peito e eu resolve esfriar a cabeça. Peguei meu celular e sai de casa, estava quase escuro, estava um frio bom, andei sem rumo até perceber que estava pegando o caminho da casa de Pen, e em questão de minutos me vi na frente de sua casa. Resolve arriscar e toquei a campainha, alguns minutos depois a mãe de Penélope abre a porta, e me dirige um sorriso cordial. Estranho, essa não é a parte que ela me da uma tapa na cara e diz pra mim ir embora, e eu respondo “Não” e ela chama o pai da Pen pra me dar uma surra? Não! Estranho até demais.
-Oi Taylor, onde estar Pen? No carro? –Ela falou tentando olhar sobre os meus ombros, e eu me concentrei em busca uma lasquinha se quer de ironia ou deboche em suas palavras. Não encontrei. Desmanchei o sorriso, e olhei-a confuso, esperando que ela me dissesse ser brincadeira. O que não aconteceu, ela logo chamou o pai de Penélope.
-Euler você não disse que Melanie ligou avisando que a Pen iria viajar com ela e Taylor? –Como? Mel esta ficando louca? Eu nunca disse isso! Eu nem se quer sai de casa. Euler assentiu e olhou pra mim.
-Eu não sai de casa por quatro dias Sr. Euler. Nem vi ou falei com Penélope. –A mãe de Pen olhou aflita para Euler, e ele contraio o semblante. Eu entrei pois não iriamos conversa sobre um assunto daqueles na rua. A preocupação me atingiu, e eu comecei a me sentir culpado. E se acontecesse algo com a minha garota? O que eu faria? Euler ligou para a Pen e ela não atendeu, então ele ligou pra Mel, percebe que a mãe de Pen me fitava, como se quisesse fazer perguntas, mas aquele não era o momento certo, eu estava preocupado. Mel atendeu e Euler colocou no alto-falante:
-Se... Oi senhor Euler! –Ele fez sinal pra que eu ficasse calado, e eu assenti.
-Então querida como vão as coisas por ai? E o Taylor esta por perto? –Ele é esperto. Ouvimos um grito fino e agudo. Era Penélope. O medo percorreu como correntes elétricas pelo meu corpo.
-O que foi isso? –Euler voltou a falar enquanto ouvíamos passos de pessoas correndo ou sussurrando algo que não conseguimos compreender.
-Taylor deu um susto na Pen... Só isso. – “Me solta seu psicopata, eu quero sair desse ginásio agora, a diretora vai te expulsar ” ouvimos Penélope gritar mais uma vez e nos entreolhamos, mas ouvimos um baque e quando percebe que Mel tinha desligado o celular na nossa cara, eu já estava saindo em direção ao colégio que eu ,Pen e Mel estudávamos. Somente escutando um “Liga pra policial Euler!” da mãe da Pen.
Penélope
Eu já tinha levado milhares de tapas, eu e minha melhor amiga estamos ferradas. Depois de Taylor me dizer que tinha sido infiel eu não aguentei olhar na cara dele. Sai da sua casa arrasada. Fui andando lentamente, alheia do mundo lá fora, e foi assim que ele me pegou. Paul Shear, um garoto que pinta a unha de preto e escuta metálica, nenhum preconceito. Ele sente raiva de mim desde que eu e Melanie demos um fora nele e no seu amigo Peter. Mas nós duas não éramos as únicas naquele ginásio, haviam os garotos que zoavam eles, haviam as meninas do teatro, e três lideres de torcida que não estavam mais vivas. Eu estava com medo, ele pretendia matar uma de cada vez, uma ou um por dia, eles eram loucos. Nós estávamos no período de férias, mas mesmo assim sempre tem alguém que faz a vigilância do colégio, porém eu logo entende o motivo, pelo que eu ouvi, a diretora cancelou a segurança e logo foi morta também.
-O que você ganha com isso Paul? –Ele estava passando a faca no rostinho angelical de uma da meninas do teatro, mas quando eu falei ele direcionou seu olhar pra mim.
-Eu vejo você sofrer assim como eu sofri quando você não quis me beijar nesse mesmo ginásio sabia? –Ele arrastou a faca do nariz até a bochecha da menina, fazendo pressão, ela soltou um gemido de dor e eu pude ver uma linha de sangue surgindo.
-Não é e nunca vai ser uma escolha sua! –Mel sussurrou pra mim calar a boca, mas já era tarde demais. Ele se levantou e veio em minha direção, me deu um tapa no rosto que ficou ardendo. Eu só queria a proteção de Taylor agora, queria os seus beijos, seus abraços. Eu o amava. Ouvi a risadinha maliciosa de Peter assim que Paul resolveu subir em cima de mim e começou a beijar meu pescoço. Nojo. Eu me sentia a ponto de vomitar. Ouvimos um som alto como uma porta arrombada, e Paul olhou pra Peter, que sibilou um “Eu resolvo isso!”. Depois que Peter saiu, o nojento do Paul começou a subir minha blusa, e quanto mas eu o mandava parar, mas ele passava a mão em mim.
-Solta ela seu idiota! –Mel falou com a voz esganiçada.
-Calma gracinha, daqui a pouco chega sua vez... É só Peter volt...
-Eu faria o que Melanie disse, ela costuma ser bem vingativa quando se trata da Penélope! –Paul não teve tempo nem de pensar em pegar a arma porque assim que ele se levantou, Taylor o acertou com um soco, depois o chutou entre as partes íntimas, o que o fez se contorcer, ele realmente podia fazer mal ao Taylor, e isso me deixava com medo, lentamente eu fui para o lado de Mel e ficamos ali abraçadas. Ele começaram uma luta sem fim, até que num momento de distração, Paul derruba Tay no chão e o esmurra até ficar quase inconsciente, quando eu pensei em fazer algo, ele já estava puxando meu braço, e Mel me segurou, mas logo me soltou quando ele apontou uma arma para a minha cabeça. Eu não tinha uma sensação boa, ele me jogou no chão e se afastou, ainda pude ver ele dando um risinho de deboche na direção de Mel, enquanto carregava a arma. Taylor ainda estava deitado no chão. Do canto do olho pude ver Mel se levantando, enquanto Paul se posicionava a minha frente e apontava a arma na direção da minha cabeça. Eu não iria reagir, se esse fosse o meu destino, eu o aceitaria. Fechei os olhos e esperei. Um, dois, três tiros... Eu morri? Abri os olhos lentamente e logo me arrepende quando vi o corpo inerte de Mel no chão todo ensanguentado, lágrimas vieram, e eu não consegue controlar o choro, fui pra perto do corpo de Mel e coloquei sua cabeça em meu colo, ela estava com os olhos abertos, sem pulsação. Minha melhor amiga estava morta!
-Que gesto lindo da Mel... Dar a vida pela melhor amiga. –Ele tinha um tom de voz completamente insano –Não se preocupe pequena Pen, você logo se juntará a ela! –Apontou a arma em minha direção. Antes de Paul apertar o gatilho, Taylor o agarrou e deu uma chave de braço nele, eu estava alheia a tudo, eu não conseguia parar de olhar pra os olhos sem vida da Mel, ela deu a vida por mim. Fechei seus olhos e beijei sua testa.
-Encontre a paz minha amiga! –Sussurrei ainda atordoada –Eu te amo, Mel! Durma com os anjos. –Lágrimas desciam sem parar por meu rosto.
Paul jogou Taylor no chão e apontou a arma pra ele, porém antes de ele conseguir algo, seu corpo sem vida caio ao chão, a policia tinha chegado, e devido as circunstâncias tiveram que atirar nele. A bala atravessou seu crânio.
[...]
Um mês. Há um mês eu não saia de casa, não comia direito, não dormia direito e nem atendia ninguém que me ligasse. Mas ai a Lindsey, uma das minhas amigas, me convenceu a ir ao cinema. Ela tinha razão quando disse que a Mel me bateria se me visse no estado que eu me encontrava. Eu também não tinha agradecido Taylor, apenas tinha explicado, que Mel foi obrigada a ligar para os meus pais e dizer que estávamos viajando, e dizer que Taylor estava conosco foi um gesto sapeca e esperto, pois ai quando Taylor dissesse que não viajou pra canto nenhum, iam desconfiar. Pena que esse plano não segurou a vida dela. Ouvi uma buzina e desci as escadas. Entrei no carro da Lindsey e ela sorriu pra mim, o que infelizmente eu não corresponde. Escolhemos o filme e entramos... estava somente eu e ela. Ela estava feliz demais, até que o fil... Não era o filme, eram imagens, minha com Taylor. Fotos marcantes, de dias especiais. Eu comecei a chorar e no fim apareceu um “Eu fui um idiota... Mas que ro que saiba que eu te amo! Muito! Você é a mulher da minha vida, Pen. Quer casar comigo?” minha vista já estava toda embaçada pelas lágrimas. Taylor estava em pé em cima de uma cadeira, e sorriu pra mim, eu me levantei, ele sussurrou um “Me perdoa?” e eu assenti. Ele sorriu e colocou a mão no bolço, tirou uma caixinha preta e a abriu, revelando um anel lindo, meigo. Mel ia amar ele. Ele desceu da cadeira e se ajoelhou, perguntando em voz alta:
-Você quer casar comigo? –Um brilho surgiu em seus olhos, e pra mim aquele momento, era como se só eu e ele existisse no mundo.
-Mas é claro que sim! –Ele sorriu idiotamente e colocou o anel em meu dedo, logo se levantou e me puxou pela cintura, as pessoas ao nosso redor, bateram palmas e assoviaram quando Tay colou nossos lábios. Aquele beijo foi diferente dos outros, ele tinha algo a mais. Aquela boca macia e deliciosa, Tay logo pediu passagem pra língua e eu concede, me arrepiando com o seu toque...
-Eu te amo muito, Tay! –Falei ofegante assim que quebramos o beijo, ele encostou sua testa na minha e beijo a pontinha do meu nariz sorrindo logo em seguida.
-Eu te amo muito mais, garota do ginásio!

FIM

Nota da autora: Haha eu amei escrever essa Oneshot. Me emocionei muito. Espero que gostem!!! Haha não esqueçam de comentar!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Buenos días!



Good morning!! Por fin es Viernes,  espero que vuestra semana haya sido muy buena hasta hoy y que el fin de semana sea mucho mejor. Disfrutad de cada momento y que tengais un feliz día. Saludos!!



quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Se Algum Dia Eu Não Acordar

Fanfic escrita por Jéssica Franciele
Mais sobre a autora: ASK, BLOG,FACEBOOK
Adicionem o grupo fiquem sabendo dessa e de mais fanfics

Se Algum Dia Eu Não Acordar - Drama +18
ShortFic - Finalizada


Imagine se um dia eu não acordar
Quem vai puxar assunto com você?
Quem vai mentir que você é legal?
Imagine se um dia eu morrer?


Ela ouvia essa música sem parar, e chorava deitada em sua cama com a pior sensação do mundo, a sensação de que sua vida estava se perdendo.

...

3 meses antes...

– Lili, você viu o menino novo? QUE LINDO. - Clara perguntou.
– Para, Clara, lindo nada, muito branco, cabelo muito preto, muito liso, franja, olho muito azul... - Lili respondeu.
– Muito lindo... - Clara falou.
– Sem Graça. - Lili disse.
– Sem graça você. - rebateu Clara.
– Pelo menos não vejo graça em tudo. - Lili disse.
– Oi, meninas, já estão se “amando” a essa hora? – disse Leo, rindo da discução das duas, sem saber o motivo.
– Oi, Leo. - Clara disse.
– Oi, maninho. Lili falou.
Os três foram para a sala de aula... Sim, estudam juntos. Leo é o irmão mais velho da Lili e completamente apaixonado por Clara, que também gostava dele apesar de não admitir. Como ele repetiu um ano estudava na mesma turma da irmã.

- Boa tarde – falou sorridente a profª Lucélia.
A turma como sempre animada respondeu a professora de ciências que, na opinião dos alunos, era uma das melhores professoras da escola, sempre animada e com aulas diferentes. Era a típica professora amiga de todos.
- Vejo que temos um aluno novo...
Marcinha, como sempre metida, tratou de apresentar o novo aluno.
- Sim, professora, esse é o Tay, ele veio do interior. haha.
– Tudo bem, Tay? Vejo que já perguntaram sobre toda tua vida aqui?
- Pois é. – respondeu ele, sem jeito.
Tay logo ficou amigo da turma, era um garoto tímido, que parecia mais tímido ainda perto da Lili, ele se tornou amigo de Leo, melhor amigo em poucas semanas e frequentava a casa da garota todos os dias, ou melhor, tardes. Ele, Leo, Clara e Lili, passavam as tardes brigando e se divertindo juntos.

2 meses antes...

– Legal o Leo e a Clara terem se acertado, né? - Tay disse.
– Legal é a vela que eu to levando. – Lili respondeu mal-humorada, sentada na escada que dava acesso à sua casa, observando Leo e Clara se beijarem no quintal de casa.
– Para tudo, a Lili ta com ciúmes?
– Que ciúmes que nada, cala boca, Tay.
– É ciúmes, sim, eu sei que é.
– Tu não sabe de nada, tu é um chato, isso sim.
– Chato eu? Qualquer pessoa que não concorda com você é chata? Essa é sua regra?
– Não, você é chato. SÓ você, entendeu?

O casal aí vai parar de brigar? – Leo gritou, rindo da cena que via de longe. – CALA BOCA, LEO – Tay e Lili falaram juntos.
Todos riram. Leo voltou a beijar Clara, que parecia ainda mais boba apaixonada. Tay voltou a falar com Lili.
– Por que você é assim?
– Assim como?
– Não admite que gosta de mim.
– Mas eu gosto de você.
– Mesmo?
– Sim, você já é um dos meus melhores amigos, apesar de ser chato.
– Ta vendo.
– Vendo o quê?
– É que...
– Que...?
– Eu gosto de você de uma maneira diferente.
– Que maneira?
– Não parece óbvio?
Alice baixou a cabeça.
– O que foi? - ele perguntou.
– Nada.
– Lili, eu te conheço
– É, eu sei, e isso é uma droga.
– Vai me contar ou não?
– Não – ela falou e em seguida subiu até seu quarto correndo, ele foi atrás.
- Lili – Tay gritou, segurando em seu braço.
- Me deixa quieta, Tay.
- Só se você me contar o que está acontecendo? Foi por causa do que eu disse hoje? Porque se foi eu quero que você saiba...
Ela o interrompeu com um beijo.
- Eu te amo, Tay.
- Eu te amo muito, minha pequena. - ele disse. - Quer namorar comigo? – Tay perguntou sem pensar.
- Sim - ela respondeu imediatamente.

Os dois começaram a namorar e daquele dia em diante pareciam um só. Eles já não se largavam, agora então, aonde um ia o outro estava junto.

1 mês antes...

- Às vezes você parece tão distante. – ela falou pra ele enquanto os dois conversavam no quarto da garota.
- Não é nada demais, amor, não te preocupa.
- Como não me preocupar? Ontem você sumiu, eu te liguei várias vezes e nada. Tua mãe não me falava nada, só falava que você não podia atender. O que você tem? Dá pra me contar?
- Eu te amo, só isso que você precisa saber.
- Eu também te amo. – Ela disse num tom triste. Os dois se abraçaram e ficaram abraçados, calados por um tempo, enquanto Tay mexia no cabelo dela, ela pensava mil coisas.
- Vai ficar calada até quando?
- Até você me contar o que está acontecendo.
- Não é nada, eu já disse.
- É, sim, eu te conheço.
- Já notei isso. – Ele respondeu sorrindo com lágrimas nos olhos.
- Eu sabia que tinha alguma coisa, conta logo.
- Tem sim, tem uma coisa, eu não posso mais ficar um só dia sem você. - Meu lindo - ela disse pulando em seu pescoço e o beijando. Os dois começaram a se beijar, ela passava a mão nas costas dele até tirar sua camisa, ele beijava a região entre a boca e o pescoço da garota. Ela o arranhava, e beijava cada vez com mais desejo. – Não. – ele disse se afastando.
- Por que não?
- Porque você merece um momento especial.
- Mas eu quero, e to pronta.
- Vai ser um momento especial, Lili, tem que ser.
- Vai ser especial, porque vai ser com você, só isso importa.
Ele a beijou e disse:
- Com você, cada momento é especial. Mas tem que ser diferente, amor, entende?
- Tudo bem. - disse ela, abaixando a cabeça.
- Não fica assim, amor.
- Quer que eu fique como?
- Desculpa?
Ela concordou com a cabeça, e os dois se beijaram e voltaram a ficar abraçados, vendo qualquer coisa na TV.
- Me promete uma coisa? – Ele quebrou o silêncio que havia entre os dois.
- O quê? - ela perguntou, virando-se em direção a ele para olhar em seus olhos.
- Que não importa o que aconteça, que você sempre vai lembrar de mim como o cara que te ama e sempre vai te amar.
- Como assim "o que aconteça"?
- Promete, amor?
- Prometo! Mas pode acontecer alguma coisa?
- Não, minha pequena, eu só to falando... Pensando no futuro, ninguém sabe o que pode acontecer, né?
- É, mas eu sei que eu não posso te perder, eu não aguentaria te perder.
- Você nunca vai me perder. Não importa onde estivermos, eu sempre vou estar com você. Sempre, entendeu?
- Te amo, meu amor.

Uma semana antes...

- Lili, o que o Tay tem? Eu vi ele entrando no médico hoje. – Clara ligou para a amiga, apavorada.
- Não sei, ele não me falou nada. Eu não o vi hoje, e ele não me responde os sms. Você viu ele entrando no médico? Como assim?
- Sim, eu estava passando em frente àquela clínica que tem do lado do trabalho da minha mãe, e vi ele e a mãe dele entrando lá.
- Vou tentar ligar pra ele mais uma vez, depois te ligo pra falar o que ele disse, ta?
- Ta bom, amiga, não se esquece de me ligar. Fiquei preocupada e o Leo também não sabe de nada.
- Estranho... Bom, vou ligar, depois te ligo. Beijo
Alice desligou o celular e logo ligou para o Tay. Ela ligou, uma, duas, três vezes, já estava ficando desesperada, até que ele atendeu.
- O que aconteceu, meu amor? Você está bem?
- Cadê você? - ela perguntou chorando.
- To indo pra casa, amor. O que aconteceu? Me responde.
- A Clara te viu entrando na clinica do lado da casa dela, você está bem? Não sei, amor, você não atendia, eu senti medo, muito medo.
- Calma, amor, não aconteceu nada comigo, nem vai acontecer. Já to indo aí. Te amo.
- Também te amo. Ela respondeu e, antes desligar o celular, ela ouviu a mãe dele falar: - Até quando você vai esconder isso dela?

Duas horas depois, ele chegou na casa da menina sem saber o que ela tinha ouvido. Alice estava no quarto escutando música.
- Amor? - ele disse entrando no quarto. Ela se assustou, estava distraída.
- Oi - respondeu em um tom seco.
- Aconteceu alguma coisa? – ele perguntou preocupado.
- Sim, a gente precisa conversar.
- Sobre? – ele perguntou enquanto tentava dar um selinho não correspondido. – O que você tem?
- Eu, nada, mas você tem alguma coisa e vai me contar hoje.
- Eu tenho alguma coisa?
- Sim, e ta me escondendo isso, eu quero saber o que você esconde de mim.
- Eu não escondo nada de você. De onde você tirou isso?
- Eu ouvi claramente a sua mãe falar “até quando você vai esconder isso dela?”, quero saber o que você esconde de mim.
- De você nada, minha mãe estava falando com meu pai quando você me ligou. Eu não sei o que eles estavam falando porque só prestei atenção na sua ligação, mas não era de você que ela estava falando.
- Sei. - Ela respondeu desconfiada.
- Diz que acredita em mim?
- Você seria capaz de mentir pra mim?
- Você seria capaz de acreditar em mim e deixar de ser tão desconfiada?
- Chato.
- Linda, agora me dá um beijo decente que eu to com saudade.
Os dois se abraçaram e logo surgiu um beijo e outro beijo... Já era tarde quando ele resolveu ir pra casa. Os dois teriam que acordar cedo, afinal, no outro dia tinham aula.

6 dias antes...

Tay faltou na aula. Sem avisar, sua mãe foi até a escola falar com os professores. Alice não estava entendendo nada, mas percebeu que seu namorado estava realmente escondendo algo dela quando viu a professora Lucélia entrar na sala de aula com uma aparência diferente. No momento em que a professora entrou na sala, olhou para a garota com pena, Alice sentiu isso, Clara sentiu isso, toda a turma sentiu.
A manhã demorou a passar, Lili havia esquecido o celular em casa, tentou ligar pro Tay diverças vezes do celular da Clara, mas ele nunca atendia.
Leo estava diferente, ela e Clara fizeram um interrogatório, mas ele não falou nada, maldita solidariedade masculina.

Já era mais de meio dia quando ela chegou em casa. Seu irmão, como sempre, enrolou na frente da casa da Clara, ela resolveu deixar os dois sozinhos enquanto corria até seu quarto. Pegou o celular e viu três chamadas não atendidas. Sim, eram dele, ela ligou na mesma hora.
- Oi, amor, esqueceu o celular em casa?
- Sim, o que aconteceu? Por que não foi na aula?
- Não sei, acho que tive uma queda de pressão, nada grave, mas achei melhor ficar em casa, te liguei algumas vezes pra avisar, mas você não atendia.
- É, eu esqueci o celular, mas por que você não atendeu as ligações da Clara? Eu te liguei a manhã toda.
- Eu dormi a manhã toda - ele respondeu rindo.
- Ah, seu preguiçoso, eu fiquei preocupada.
- Dá pra parar de ficar preocupada comigo?
- Como se você é a minha vida?
- Você não pode se preocupar só comigo, amor, eu te amo muito e quero ver você feliz sempre, eu sou um idiota, você tem que se preocupar com coisas mais interessantes. – ele tentou rir, mas sua voz falhava.
Alice sabia que alguma coisa tinha ali, que ele estava escondendo algo dela, mas o medo de perdê-lo era tão grande que ela fingia acreditar nas coisas que ele dizia.
Os dois se despediram e combinaram de se encontrar à noite, porque, segundo ele, à tarde tinha que sair com sua mãe.
A noite chegou, Alice como sempre estava linda, sentada na varanda de sua casa conversando com seu irmão e sua melhor amiga.
A noite estava muito agradável típica noite de primavera. Tay chegou com seu skate, ele morava a duas quadras da casa dela.
- Ae, galera. – ele disse ao chegar, e logo após isso deu um beijo em sua namorada.
- Oi, amor – ela respondeu.
- Que lindos – Clara brincou.
- São fofos – Leo riu, fazendo todos rirem.
Os quatro ficaram ali sentados e falando besteiras do dia-a-dia. As meninas, claro, xingaram muito ele, afinal, a Lili quase morreu de preocupação e quase matou a Clara também.
A noite passou rápido, os casais se despediram e combinaram de se encontrar em frente à casa da Clara, para irem juntos à escola.

5 dias antes...

O dia amanheceu lindo, Alice acordou animada, tomou café e foi com seu irmão até a casa da Clara. Tay logo chegou lá também, e foram todos para a escola.
Na escola, chamaram o Taylor na direção. Ele passou quase a manhã toda lá, depois disso, passou os dois últimos períodos de aula falando com o Leo, e, por incrível que pareça, o professor de matemática, mais chato de todos, não reclamou.
Lili e Clara passaram a manhã cochichando, se o Taylor não falasse nada pra elas, o Leo seria a vítima da vez e teria que contar.
Tay se despediu da namorada e disse que teria que passar a tarde com sua mãe novamente.
- De novo? Dá pra você me contar o que está acontecendo?
- Amor, eu vou te contar, só quero que você confie em mim.
- Eu confio em você, você que parece não confiar em mim.
- Amor, eu tenho que ir, se der volto aqui à noite, se não nos encontramos na escola amanhã, ta bom?
- Adianta eu falar que não?
- Desculpa. – ele disse dando um selinho nela.
Ela o beijou e depois de alguns beijos, Taylor foi em direção à sua casa.
Alice passou o dia esperando o namorado voltar, mas ele não voltou, apenas mandou um sms falando: “Amor, não vou poder ir te ver hoje, desculpa, minha pequena, amanhã te explico. Bjos, te amo”.
Se antes ela desconfiava, agora ela tinha certeza. Alguma coisa muito grave estava acontecendo. Ele estava muito diferente, distante, ele parecia fraco, branco muito branco, ela já tinha notado isso, mas ele não deixava ela falar sobre, só dizia que estava bem, e que amava ela.
Alice passou a tarde vendo fotos dos dois, não comeu nada o dia todo. Já era tarde da noite quando Leo resolveu ir até o quarto da irmã falar com ela, afinal, nem com sua melhor amiga ela tinha falado hoje.
- Mana, o que você tem?
- Nada, só to a fim de ficar quieta.
- Claro que você tem alguma coisa, eu te conheço, pow.
- Você me ama?
- Que pergunta é essa? É claro que eu te amo, você é minha maninha, esqueceu?
- Então me diz o que o Taylor tem?
- Eu não posso, isso é coisa dele. Mas quero que você saiba que eu vou estar sempre aqui, e que tu pode contar comigo pra qualquer hora.
- Por que você não quer me falar?
- Porque eu não sei explicar, e porque é algo dele, vocês tem que conversar.
- Mas ele não me conta.
- Se ele não te conta é porque ele acha que assim é melhor.
Ela começou a chorar, seu irmão a abraçou e ficou fazendo cafuné até ela adormecer.

4 dias antes...

Tay não foi à aula mais uma vez e, dessa vez, ela não esqueceu o celular em casa. Ligou para ele a manhã toda, mas o celular estava desligado, ligou para a casa dele e ninguém atendeu. Ligou para a mãe dele, fora da área de cobertura. Ela estava ainda mais nervosa, ainda mais preocupada, só em pensar nele suas mãos gelavam, ela tremia, e era constante a vontade de chorar.
A tarde passou lenta, ela desistiu de ligar pra ele, já era noite quando ela recebeu um sms: “Amor, desculpa, eu não pude te ligar, amanhã te explico o que aconteceu. Desculpa mesmo, te amo”
Como ele tem coragem de mandar apenas um sms? O que, afinal, estava acontecendo? Aquela angústia estava matando ela também. Fazia dois dias que ela não comia, não conseguia comer. Mas amanhã, amanhã ele iria ouvir, amanhã ele teria que contar tudo, tudo que estava acontecendo com ele.
Alice custou a dormir, estava ansiosa, precisava falar com seu “namorado”... Ela não tinha mais certeza de nada.

3 dias antes...

Era cedo quando escutaram batidas na porta.
- Deixa que eu atendo, deve ser a Clara. – Leo gritou.
- A essa hora? – Alice perguntou enquanto mexia nos livros da escola.
Não era a Clara, era o Tay.
- Finalmente, ta sumido, hein? A Lili vai te matar. – Leo falou cumprimentando o amigo.
- Pois é. - Tay respondeu sem jeito.
- O que você tem, cara? Ta branco, viro vampiro? – Leo como sempre fazendo palhaçada.
- Nada não, a Lili ta aí?
- Ta lá em cima.
Taylor foi até o quarto de sua namorada, quem como semprem estava reclamando de acordar cedo.
- Amor?
Alice se assustou ao ouvir a voz dele. Se virou pronta para xingá-lo, mas se assustou com a aparência de seu namorado.
- O que você tem? Você está muito branco.
- Nada demais, amor. É saudade. - ele disse abraçando e a beijando.
- Promete confiar em mim?
- Claro que sim.
- Então depois da escola tu vai ser minha.
- Tua?
- Sim, minha.
- Como assim tua?
- Do jeito que você sempre quis.
Eles se beijaram, Alice pegou sua mochila, encontrou Leo e Clara, e foram pra escola.
A manhã, como sempre, passou devagar. Alice estava ansiosa... O que será que Tay iria fazer? O que os dois iriam fazer? Pra onde eles iriam?
Finalmente a aula acabou, Tay foi com Lili até a casa da garota. Lá falou pra ela que queria fazer um passeio com ela, viajar... Que eles iram sair essa tarde e em dois dias no máximo estavam de volta. Como Lili mora só com a mãe e o irmão, e a mãe tinha ido viajar, Leo aceitou ajudar Lili. Ela foi com o Taylor, sem que sua mãe descobrisse. Leo confiava muito no amigo e sabia o que ele pretendia fazer.
Alice pegou algumas roupas e foi com Taylor até sua casa, lá ele pegou algumas roupas, e como combinado pegou emprestado o carro de sua mãe, pois o dele ainda estava na oficina.
Ele a levou para sua casa de praia. Taylor era filho único, tinha tudo que queria, maior de idade, e repetente, às vezes se parecia muito com Leo, irmão da Lili, outras vezes ele parecia muito mais maduro que qualquer um da sua idade, o porquê disso a garota não sabia.
Os dois chegaram na casa de praia. Ela ficou encantada com a beleza do local, foram até o quarto dele, e lá tinha várias fotos dele quando criança. A garota se encantou com tudo aquilo, até que ele a abraçou forte e disse:
- Confia em mim?
- Eu sempre vou confiar em você.
Ele sorriu e a beijou. Foi um beijo calmo, um beijo que confortava, que fazia ela se sentir amada e confiante ao mesmo tempo. Os beijos foram ficando mais rápidos, mais intensos, ele explorava todos os cantos da boca da menina, ela alisava toda a região das costas do garoto. Os dois se beijavam, e quanto mais se beijavam, mais desejo tinham um pelo outro. Foi então que ela tirou camiseta dele e, em resposta, ele arrancou a blusa dela em um único movimento. Os dois se livraram de suas calças juntos que foram tacadas para qualquer canto daquele quarto. Ela o beijava com ainda mais força, ele tocava sem medo e sem vergonha todas as partes do corpo dela. Ela explorava o corpo dele com as mãos, arranhando alguns lugares; ele explorava o corpo dela com a boca, o fazendo respirar cada vez mais rápido. Os beijos estavam cada vez mais quentes, ele então resolveu tirar o resto de roupa que a menina ainda vestia: uma lingerie preta, simples, mas que a deixava sexy, ela não demorou muito para se livrar da boxer preta que ele estava usando.
- Pronta? Ele perguntou.
Ela apenas concordou com a cabeça. Ele a pegou em seu colo, a deitando sobre a cama macia, que em tanto lembrava sua infância. Em pouco segundos ele a penetrou, com cuidado para não machucar sua amada, machucar era a única que coisa que não queria fazer. Ela gemeu, gemeu de prazer, um misto de prazer e felicidade de estar tendo a sua primeira vez com o homem de sua vida. Os movimentos foram ficando cada vez mais rápidos, cada vez mais intensos, até que chegaram ao orgasmo, os dois cansados acabaram adormecendo um sobre os braços do outro. Sem saber o que o amanhã os esperava.

Ela acordou com um belo café da manha preparado por seu amor.
- Amor, pra que tudo isso?
- Pro amor da minha vida.
- Não precisava tanto.
- Precisava muito mais.
- Te amo, meu lindo.
- Te amo muito, minha pequena.
Os dois se beijaram. Tomaram café da manhã juntos e aproveitaram o resto da tarde de sábado na praia em frente a casa. Sim, eles aproveitaram o resto da tarde porque dormiram até às duas da tarde.

O dia foi no mínimo perfeito, juras de amor foram feitas pelos dois. Na volta pra casa, Taylor parou em um lugar até então desconhecido por Lili e disse:
- Vem, Lili, vou te mostrar meu refúgio. – ele disse pegando na mão da amada.
- Pra onde você vai me levar? – ela perguntou enquanto acompanhava seu namorado.
- Aqui. – Taylor falou chegando a um lugar lindo, que parecia deserto, o lugar tinha um vista linda do mar, e em uma noite de lua cheia ficava ainda mais especial.
- Que lugar é esse? – Ela perguntou admirada.
- É o lugar mais lindo do mundo, quando acompanhado de um sorriso teu. – ele disse sorrindo.
- Bobo - ela respondeu após beijá-lo.
Os dois passaram a noite olhando pro mar e conversando, se beijavam, riam, contavam coisas que para os outros eram tolas, mas pra eles importantes. Em um certo momento, Alice notou que Taylor não parecia bem. Ele estava fraco, estava gelado, ainda mais branco. Ela finalmente perguntou a ele o que ele tinha.
- Amor, eu vou te contar, mas quero que você me prometa uma coisa.
- O quê? Fala que eu prometo.
- Promete que não vai chorar, que sempre vai lembrar desse bobo aqui com carinho, que nunca vai duvidar do meu amor por você?
Ela chorava, mas prometeu aquilo pro seu amado.
- Por favor, não chore, meu amor.
- Conta o que você tem?
- Amor, eu tenho uma doença rara, infelizmente só a cura com cirurgia, mas quando eu fizer a cirurgia eu vou ter poucas chances de sobreviver. – os dois choravam, ele tentava limpar as ágrimas da garota, mas algumas lágrimas nele também insistiam em cair. - Por que você não me contou nada?
- Porque eu não queria que você sofresse, porque não queria ser motivo de pena das pessoas.
- Mas quando você vai fazer a cirurgia? O que você vai fazer, amor? – as palavras ditas por ela eram falhas. Ela chorava, ele chorava.
- Amanhã – ele disse em meio ao choro – Amanhã eu vou fazer a cirurgia, não tenho mais como adiar, me perdoa, por favor.
- Amanhã, como assim amanhã? – ela sentiu um medo enorme de perdê-lo, um medo de não ter mais pra ela aquele abraço, aquele beijo, medo de momentos como os que aconteceram aquele dia, não se repetissem mais.
- Amor, me perdoa?
- Eu te amo, promete não me deixar?
- Eu nunca vou deixar você, mesmo que você não esteja me vendo eu vou estar sempre com você, sempre com minha pequena, te apoiando, rindo com você, comemorando tuas vitórias e se houver derrotas eu estarei aqui, te apoiando sempre, porque eu te amo, e esse amor que eu sinto por você é maior que tudo, que tudo.
Ela apenas chorava e o abraçou.
- Eu preciso do teu beijo pra conseguir sorrir, eu preciso do teu abraço pra conseguir viver, eu preciso do teu cheiro pra conseguir respirar.
Os dois choravam abraçados, com medo do amanhã, com medo do hoje.
O dia amanheceu, eles voltaram pra casa em silêncio, a cirurgia dele tinha sido marcada para as sete, ele tinha que estar no hospital às 13h.
Chegando lá, ela, ele, e os pais do garoto, logo depois Clara e Leo foram até o hospital. Ele se despediu de todos, por último dela.
- Promete não me deixar? – ela perguntou chorando.
- Promete nunca me esquecer e ser feliz sempre, porque eu sempre vou estar do seu lado, você vendo ou não?
- Se você prometer que vai sempre estar aqui.
- Eu te amo muito, minha pequena.
- Eu também te amo, minha vida.
A Enfermeira chegou, estava na hora.
Os dois se beijaram. Foi um beijo demorado, um beijo com medo, medo de ser o último.
Mais de 10 horas de cirurgia, finalmente o médico saiu de lá de dentro e veio falar com os presentes.
- Ele resistiu a cirurgia, mas infelizmente o estado dele é grave, aconselho os senhores a irem pra casa, descansar, ele vai dormir por no mínimo 24h e só depois disso, podemos dar mais informações do estado do paciente.
- Podemos vê-lo, pelo menos? – perguntou a mãe dele.
- Eu não aconselho, mas se os senhores quiserem vê-lo posso permitir que uma única pessoa o veja.
- Estamos todos cansados, acho que a pessoa que ele mais ama no mundo deveria ter a chance de vê-lo. Lili, pode ver meu filho. Se não fosse por você, pelo amor que ele sente por ti, ele não estaria mais aqui entre a gente.
Alice foi acompanhada de uma enfermeira ver seu amado, ele estava com uma faixa na cabeça, completamente coberto de aparelhos, branco, totalmente branco, mas com uma aparência serena, tranquila, que transmitia paz pra ela. Ela apenas o olhou de longe, do vidro da UTI, não podia chegar muito perto. Depois disso, voltou junto com seus sogros e amigos, Leo a convenceu de ir pra casa tomar um banho. Enquanto isso, a mãe de Taylor ficou no hospital.
Alice tomou um banho, e deitou-se em sua cama, esperando seu irmão se aprontar para levá-la novamente ao hospital. Ela não queria comer. Ela não conseguia comer, nem dormir.

Imagine se um dia eu não acordar
Quem vai puxar assunto com você?
Quem vai mentir que você é legal?
Imagine se um dia eu morrer


Ela ouvia essa música sem parar, e chorava deitada em sua cama com a pior sensação do mundo, a sensação de que sua vida estava se perdendo.
Leo não demorou para ficar pronto, Alice voltou até o hospital calada. 24 horas se passaram e o estado dele era o mesmo, ela dormia no colo de sua melhor amiga, quando uma enfermeira a acordou.
- Eu preciso que você me acompanhe, moça. Nós já ligamos para os pais dele, eles estão à caminho, mas preciso que você venha comigo, porque é a única pessoa da família aqui.
Os pais deles a menos de 30 minutos haviam ido em casa tomar um banho, para logo voltarem ao hospital. À medida que Alice acompanhava a enfermeira, ela tremia, tremia cada vez mais, até que chegou em frente ao lugar onde Taylor estava. Mas Taylor não estava mais lá, acama estava vazia. O desespero tomou conta da garota, que tentava não demonstrar. Ela teve que ir sozinha, só ela podia acompanhar a enfermeira, ela se sentiu desesperada, por um momento fechou os olhos, sentiu a presença dele, sentiu como se o medo estivesse ido embora, em seguida a enfermeira falou.
- Ele acordou, nós nunca tínhamos visto isso. Ele está bem, na medida do possível, não pode falar muito, mas está agitado, e quer falar com a Lili. Por favor, não demore, ele não pode sofrer emoções fortes, a recuperação vai ser lenta, mas ele não corre mais risco de vida.
Alice entrou no quarto que seu amado estava, apenas o olhou, ela chorava, chorava muito.
- Eu prometi nunca te abandonar, me espera? – ele falou com dificuldade. - Eu prometi sempre te esperar.
Ela o abraçou, com cuidado, deu nele um selinho e teve certeza que aquele era apenas o primeiro dia do resto da sua vida. Primeiro dia dos dias mais felizes da sua vida... Dias que ela passaria ao lado do seu grande amor

FIM
Gostaram? Não esqueçam de comentar. Bjos Jeh


Buenos días


Jueves por la mañana, seguro que hoy cuesta levantarse más que ayer, pero ánimo a todo el mundo porque el fin de semana está aquí mismo, ya estamos en la mitad de la semana y cuando menos lo esperemos nos llega el día de descansar, aún así queremos desearos  un muy feliz día. Saludos!!!


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Buenos días


Good morning!!! Ya hemos dejado atrás otro día y le damos la bienvenida al Miércoles, como cada mañana estamos aquí para desearos un buen y feliz día y esperamos que lo paséis de la mejor manera posible y que os despertéis con una gran sonrisa. Saludos!!!


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Buenos días


Good morning Kitsch Fans !! ¿Cómo lleváis el comienzo de la semana? Seguro que bien. Es Martes y seguro que cuesta un poquito más que ayer tener que levantarse y ponerse en marcha para hacer todo lo que nos espera durante el día, pero no os desaniméis porque seguro que pasa rápido y sin problemas. Una mañana más desde el Blog os deseamos un feliz día y un buen despertar, gracias por estar una mañana más con nosotros!!


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

domingo, 22 de setembro de 2013

Imagem do dia!!

3.  Taylor não é só um ator, ele também é um nutricionista e um personal trainer.  Nós gostaríamos de trabalhar com ele, a qualquer hora!

Maravilhoso!!!


Buenos días


Hola a todo el mundo! Se termina el fin de semana y mañana toca empezar un nuevo lunes, hoy Domingo en algunos lugares como el mio ya nos despedimos del verano y damos la bienvenida al otoño, en otras partes del mundo dejais atrás el frío para disfrutar del calor y el buen tiempo....sea donde sea que os encontreis espero que tengais un buen comienzo de cambio de estación y que tengais un día muy bonito...como cada mañana BUENOS DÍAS!


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Awwwnn sou nova aqui!

Ai gente, espero que gostem de mim! Vou ficar com as Fanfic's... Ai eu nem sei o que falar, mas tudo bem! Meu nome é Sabrina Gomes, mas me chamem de Saby, por favor! Bom é isso,bjuuuuuus e até a próxima!

Selvagens - Capítulo 281° ao 290°

Bom meninas, demorou mas saiu...
Esse é o final do livro "Selvagens".

Selvagens (Savages)

Don Winslow





281

Lado faz uma Bruxa Má do Oeste.
Derrete na frente de Dorothy O. enquanto
Ben se lança à frente, a derruba e a pressiona contra o chão enquanto veem Lado fazer uma dancinha esquisita
Pés leves para um homem grande, como dizem, ele recua na ponta dos pés até seu carro, como se ainda achasse que pode se safar e sair disso dirigindo, mas então tropeça nos próprios pés e cai de cara no capô, depois escorrega, seu sangue deixando uma mancha na pintura preta reluzente.
Um atirador sai da escuridão, o agarra pelos cabelos e puxa o pescoço para trás.
O facão é um brilho prata à luz da lua.


282

Então vem o silêncio.
A não ser por Magda, gritando sob a mordaça, indo aos tropeços até os braços da mãe.
Que diz
— Matem-nos.


283

O mundo irrompe em fogo.
Ben aperta O. ainda mais contra o chão, mas ela consegue sair dali e
Sai aos trancos e barrancos pelo deserto, apanha do chão a pistola de Lado e começa a atirar, e então Ben
Começa a atirar enquanto


284

Um fuzil embalado na frente do corpo, o outro pendurado às costas, Chon se arrasta de bruços na direção de Ben e O., atirando enquanto avança. Aponta para cada brilho de disparo, e os sicarios não sabem atirar e se deslocar ao mesmo tempo.
Flashback.
Emboscadas noturnas no Istão, mas
Ele sabe que agora está lutando por Ben e O.
Eles são
Seu país.


285

De repente, silêncio.
Cautelosamente, Chon se ergue para ver Banhada pela luz da lua, Elena sentada no chão, as costas apoiadas na grade do Land Rover. Dois sicarios mortos, tiros precisos nas testas, deitados ao lado dela como cães de guarda adormecidos.
Elena chama:
— Magda! Magda!
Chon vê a garota tropeçar em espinheiros e arbustos, tentando sair dali.
Ele pensa, teremos tempo para cuidar dela mais tarde.
Ele aponta o fuzil para a cabeça de Elena.
Ela ergue os olhos para ele e diz:
— Vá em frente. Você já matou meu filho.
O. está de pé junto ao ombro dele.
O sangue — negro à luz prateada — escorre por seu braço tatuado como uma cachoeira na selva. Corre da boca da sereia e passa pelas algas marinhas.
Chon tenta erguer a arma, mas seu ombro ferido não permite. O braço fica dormente e o fuzil cai na terra.
Diz:
— Não consigo.
Elena sorri para O. E diz:
— Está vendo, m’ija? Está vendo o que são os homens?
O. apanha o fuzil caído de Chon.
Diz:
— Eu não sou a piranha da sua filha.
E aperta o gatilho.

286

Chon alcança Magda, que, em choque, vai tropeçando pelo deserto; ele agarra seu pulso.
Ele sabe o que tem que fazer para que eles possam escapar. Todos os três sabem — se deixarem a garota viva, vão ter que fugir esta noite e nunca mais poderão voltar para casa.
Chon olha ao redor.
O. balança a cabeça.
Ben faz o mesmo.
Chon arranca a fita da boca da garota, depois dos pulsos. Ele a empurra na direção do Suburban.
— Some daqui. Some daqui agora.
Ela cambaleia na direção do carro. Alguns segundos depois o carro sai da terra derrapando e pega a rodovia.
Chon anda até Ben e O.
Bem no instante em que Ben
Desmaia.


287

Chon ajoelha ao lado dele, vira Ben com o máximo de cuidado que consegue, mas Ben grita de dor.
Abrindo a jaqueta de Ben, Chon vê e sabe.
Pega a morfina e a seringa do próprio bolso.
Ele acha uma veia no braço de Ben e injeta.


288

O. pergunta:
— Ele vai morrer mesmo assim, não vai?
— Vai.
— Não quero deixá-lo.
— Não.
Chon quebra outra ampola e enche a seringa. O. oferece o braço. Chon acha uma veia e injeta.
Então repete o processo em si mesmo.


289

O. deita e passa os braços ao redor de Ben.
Ele se recosta contra a barriga quente dela.
— Você ia gostar da Indo — murmura ele.
— Aposto que ia.
O. acaricia o queixo dele. O cálido e suave Ben. Ela diz:
— Me conte como é lá.
Sonhadoramente, Ben conta a ela sobre praias douradas margeadas por um colar esmeralda de selva. Fala sobre a água tão verde e azul que apenas um Deus doidão poderia ter sonhado com aquelas cores. Conta sobre pássaros malucos e coloridos que, empolgados com o nascer do sol, cantam riffs de Charlie Parker; sobre homenzinhos marrons e delicadas mulheres marrons com sorrisos tão brancos e puros quanto o inverno, e corações idem. Sobre poentes de fogo suave, quentes mas sem queimar, noites negras de cetim iluminadas apenas pelo brilho das estrelas.
— Parece o paraíso — diz ela. E depois: — Estou com frio.
Chon se deita atrás de O. e a aperta. O calor de seu corpo é gostoso. Ele passa o braço por cima dela e segura a mão de Ben.
Ben aperta com força.


290

O. escuta os sons em sua cabeça.
Ondas quebrando suavemente sobre cascalho.
Ouve as batidas do próprio coração, e as de seus homens.
Com força, mas desacelerando.
Quente, agora, no ventre de seus dois homens.
O.

Vamos viver na praia e comer os peixes que apanharmos. Colheremos frutas frescas e subiremos em coqueiros. Dormiremos juntos em esteiras de palha e faremos amor.
Como selvagens.
Belos, belos selvagens.


FIM
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